O uso de inteligência artificial (IA) durante as eleições de 2026 é apontado como um dos principais desafios para o processo eleitoral. Para o presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Márcio Murilo da Cunha Ramos, o uso de deepfakes é a maior preocupação para a campanha deste ano.
O magistrado foi entrevistado nesta manhã de segunda-feira (10) pela TV Cabo Branco e, segundo ele, o cenário eleitoral deste ano deverá registrar um fluxo maior de participação digital, tanto de candidatos quanto de eleitores, impulsionado pela expansão e pela maior acessibilidade das ferramentas de inteligência artificial.
As chamadas ‘deepfakes” são imagens ou vídeos gerados, ou manipulados, por inteligência artificial que apresentam uma pessoa falando ou fazendo algo que nunca aconteceu e levando o eleitor a pensar que as imagens são verídicas.
Márcio Murilo também destacou que o enfrentamento aos crimes cibernéticos durante a campanha envolve, além do TRE-PB, o Ministério Público e advogados dos partidos políticos. A preocupação com o uso da IA está relacionada aos possíveis riscos que a utilização dessas ferramentas pode representar para o processo eleitoral, especialmente diante da ampliação do uso de conteúdos digitais durante a campanha.
“A nossa preocupação é com deepfakes, e estamos prontos para julgar. (…) Estamos prontos e temos a equipe da nossa TI (tecnologia da informação) de alta qualificação, que foi treinada, inclusive, em Brasília para que a gente tenha toda uma estrutura de combate a esse crime cibernético”, argumentou Márcio Murilo.
Márcio Murilo também destacou que o enfrentamento aos crimes cibernéticos durante a campanha envolve, além do TRE-PB, o Ministério Público e advogados dos partidos políticos.
A preocupação com o uso da IA está relacionada aos possíveis riscos que a utilização dessas ferramentas pode representar para o processo eleitoral, especialmente diante da ampliação do uso de conteúdos digitais durante a campanha.
PB Agora
com informações da TV Cabo Branco
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