Sem grandes perspectivas eleitorais em Minas Gerais, Rodrigo Pacheco não ficou propriamente desamparado. Em Brasília, quando uma porta se fecha, os amigos tratam de procurar a chave de outra.
Depois de presidir o Senado numa gestão que, na minha avaliação, deixou muito a desejar, Pacheco viu seu nome circular para o STF. Lula preferiu Jorge Messias, e o caminho para o Supremo não se concretizou.
Mas eis que apareceu o TCU!
Com antigos aliados bem posicionados entre eles Davi Alcolumbre, Pacheco encontrou uma cadeira poderosa e confortável no Tribunal de Contas da União.
No Brasil, disputar eleição pode ser arriscado. Cultivar boas amizades em Brasília parece bem mais seguro.
Quando falta voto, sobra articulação. E quando sobram amigos, dificilmente falta cadeira!
Elcio Nunes
Cidadão Brasileiro
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