O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (28) que pretende reformar todos os mercados públicos da Capital paraibana. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Meio-Dia Paraíba, da Pop FM, quando o gestor citou equipamentos como os mercados do Bairro dos Estados e Central entre os locais que passarão por intervenções.

Segundo Leo, as obras devem provocar mudanças na rotina dos comerciantes, mas a intenção é organizar a execução dos serviços em diálogo com os feirantes, de modo a reduzir os transtornos e garantir a continuidade das atividades comerciais.

Ao comentar a reforma do Mercado Central, o prefeito explicou que os trabalhadores estão sendo remanejados temporariamente para permitir o andamento das intervenções. A previsão apresentada por ele é que os comerciantes sejam transferidos de uma área para outra conforme o avanço das obras.

“Vamos reformar todos os mercados de João Pessoa. Mercado do Bairro dos Estados. Não tem como reformar sem ter problemas. Então, um exemplo: o Mercado Central, tiramos o pessoal e levamos para a parte de trás, depois vamos colocá-los na parte da frente. Vamos reformar aquele mercado todo. Ali é maravilhoso, é lindo”, afirmou.

O gestor reconheceu que a realização das obras exige adaptações na ocupação dos espaços, mas defendeu que as mudanças são necessárias para melhorar a estrutura dos equipamentos públicos.

Leo Bezerra também afirmou que orientou os secretários responsáveis pelas intervenções a conversar com os comerciantes antes do início das obras. De acordo com o prefeito, a proposta é construir soluções em conjunto com os trabalhadores e evitar que as reformas resultem na perda dos espaços utilizados para a atividade comercial.

“Eu pedi aos feirantes: acreditem em mim. Determinei aos secretários: chamem os feirantes para conversar com todos os feirantes. Eu não quero tirar nenhum boxe, eu quero mudar para melhor”, garantiu.

A iniciativa anunciada prevê intervenções em todos os mercados públicos de João Pessoa, embora o prefeito não tenha detalhado, durante a entrevista, o cronograma completo das obras, os valores dos investimentos ou os prazos para a conclusão de cada equipamento.

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FONTE: PB AGORA

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