EUA: O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que esteve perto de autorizar um novo ataque ao Irã, mas decidiu adiar a ofensiva diante da retomada das negociações entre Washington e Teerã.

Trump disse que deu ao governo iraniano um prazo de um ou dois dias para avançar nas conversas sobre o programa nuclear do país. Mesmo com o cessar-fogo em vigor, o presidente americano voltou a ameaçar o Irã e declarou que os Estados Unidos podem voltar a bombardear o país caso não haja acordo.

Em Teerã, em meio ao clima de tensão no Oriente Médio, o governo iraniano realizou um casamento coletivo com centenas de casais ligados a uma campanha de mobilização em apoio ao regime dos aiatolás.

OMS: A Organização Mundial da Saúde alerta para o avanço de uma variante rara do ebola no leste da República Democrática do Congo. Mais de 500 casos suspeitos e pelo menos 130 mortes estão sendo investigados.

Segundo a OMS, a falta de testes específicos tem atrasado o diagnóstico da doença e dificultado o controle do surto. A organização enviou toneladas de suprimentos médicos para a região e discute o uso emergencial de vacinas desenvolvidas para outras variantes do vírus. O surto também já atingiu a vizinha Uganda.

Crime de ódio: Na Califórnia, um ataque a tiros em um centro islâmico de San Diego deixou três mortos, entre eles um segurança da mesquita. A polícia investiga o caso como possível crime de ódio.

Centenas de crianças que estavam em uma escola dentro do complexo religioso foram retiradas em segurança. As autoridades afirmaram que o segurança Amin Abdullah agiu de forma heroica e ajudou a salvar vidas.

Incêndio: Também na Califórnia, um incêndio florestal em Simi Valley obrigou a evacuação de milhares de pessoas. As chamas se espalharam rapidamente por causa dos ventos fortes e da seca na região.

Tragédia com mergulhadores: As equipes de resgate recuperaram nesta terça-feira os corpos de mais dois mergulhadores italianos que morreram durante uma expedição em cavernas subaquáticas nas Maldivas.

Com isso, três dos cinco italianos vítimas do acidente já foram localizados. Outros dois corpos ainda permanecem presos em uma caverna a cerca de 50 metros de profundidade e devem ser retirados nesta quarta-feira.

Um mergulhador das Maldivas que participava das buscas também morreu durante a operação, considerada a mais grave tragédia de mergulho já registrada no arquipélago.

*Com informações da Reuters


FONTE: Agência Brasil

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