EXONERAÇÃO EM MASSA: herança maldita ou incompetência? A saúde estaria afundando enquanto prefeito silencia

EXONERAÇÃO EM MASSA: herança maldita ou incompetência? A saúde estaria afundando enquanto prefeito silencia

A gestão do prefeito André Coutinho teria iniciado um plano emergencial para tentar conter um suposto rombo de até R$ 120 milhões nas contas públicas da Prefeitura de Cabedelo. Pelo menos é o que foi divulgado oficialmente. Parte desse plano, conforme noticiado pela imprensa, teria resultado na exoneração em massa de servidores.

Mas fica a dúvida: seria mesmo tudo culpa de uma “herança maldita” deixada pelo ex-prefeito Vitor Hugo? Ou estaríamos diante de uma gestão despreparada, que não sabe por onde começar a resolver o caos?

Relatos que chegaram à nossa redação apontam que as exonerações não teriam sido formalizadas por documentos oficiais. O que circula é que servidores teriam sido informados informalmente, através de telefonemas feitos por aliados políticos, comunicando que os profissionais estavam fora dos quadros do município.

As dispensas estariam atingindo, principalmente, profissionais essenciais da saúde, como técnicos de enfermagem, enfermeiros, psicopedagogos, fonoaudiólogos e educadores físicos. No Hospital Padre Alfredo Barbosa, informações dão conta de que mais de R$ 50 mil estariam sendo acumulados em salários atrasados a médicos, inclusive concursados, o que teria provocado a suspensão de diversas cirurgias por falta de pagamento.

“Muito triste ver que a saúde de Cabedelo estaria afundando e em menos de um ano da nova gestão”, lamentou um denunciante que pediu anonimato.

Além disso, atividades preventivas de saúde também teriam sido prejudicadas. Uma moradora do bairro Siqueira relatou que a professora responsável por atividades físicas com idosos teria sido desligada, comprometendo o cuidado com a terceira idade.

Para agravar ainda mais o cenário, nossa redação recebeu informações de que apadrinhados políticos — que estariam recebendo altos salários — permaneceriam intocados dentro da atual gestão. Se isso se confirmar, seria uma verdadeira afronta aos filhos da Cidade, aos servidores de carreira e à população que depende dos serviços públicos.

É nesse ponto que surge uma cobrança legítima: André Coutinho deve e precisa abusar da transparência. É necessário que venha a público informar, com documentos e dados concretos, quais foram os critérios utilizados para essas exonerações.

Diante de tudo isso, o questionamento permanece: seria mesmo tudo culpa da gestão passada ou a atual administração não estaria conseguindo encontrar soluções efetivas?

Até o momento, André Coutinho não teria aberto a tal “caixa de pandora” para revelar os verdadeiros números e responsáveis pelo desequilíbrio fiscal. O silêncio, no entanto, tem um custo: enquanto o prefeito não se pronunciar claramente, continuará acumulando o ônus de uma administração que estaria desorganizada, sem direção e mergulhada em decisões polêmicas.

Por enquanto, quem paga a conta é o povo de Cabedelo, que estaria sem médicos, sem cirurgias, sem atividades de saúde preventiva, mas com a constante sensação de que o caos administrativo, esse sim, segue firme e forte.

One response to “EXONERAÇÃO EM MASSA: herança maldita ou incompetência? A saúde estaria afundando enquanto prefeito silencia”

  1. Avatar de Arthur José Albuquerque Gadelha
    Arthur José Albuquerque Gadelha

    Matéria completa no site acima☝️

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ivaldo Lima

Graduado em Sistema para Internet e Comunicação Social, Radialista com especialização em Marketing Digital!
Graduando em Teologia Católica.
Pós-Graduação em Doutrina Social da Igreja e Ordem Social!