Enquanto deveria estar honrando o salário que recebe da Prefeitura de Cabedelo, o servidor Sérgio Sales da Silva, natural de São Paulo, lotado na Policlínica Municipal e ocupando o cargo de “Analista Técnico de Informática”, tem se destacado — mas não pelo serviço que deveria prestar. Sérgio é figurinha carimbada em grupos de WhatsApp da cidade, onde estaria passando manhã e tarde engajado em polêmicas, ataques e comentários desrespeitosos, possivelmente durante o expediente pago com dinheiro público.
Indo na contramão da rotina do secretário de Saúde, Dr. Alexandre, que vem de forma hercúlia tentando dar mais humanização e qualidade aos serviço de saúde prestado aos cabedelenses, o servidor Sérgio parece despreocupado com isso e estaria nos grupos de whatsapp jogando conversa fora.
Sergio Sales, servidor conhecido por sua postura questionável junto aos prefeitos e vereadores, tem se gabado nos quatro cantos da cidade de ser amigo pessoal de André Coutinho. Diante disso, cabe perguntar: o prefeito realmente compactua com esse tipo de conduta? Enquanto a cidade enfrenta demandas urgentes na saúde, Sérgio estaria passando boa parte do expediente em grupos de WhatsApp, em vez de cumprir suas funções.
Mas o escândalo não para por aí.
Recentemente, o servidor resolveu vomitar preconceito e desrespeito contra mães que dependem das escolas de tempo integral para garantir o sustento da família e a educação dos filhos. Em áudio espalhado nos grupos, Sérgio Sales não economiza nas ofensas:
“A maioria das mães hoje quer jogar o menino dentro do colégio e deixar lá. Se for possível, até pra dormir, só pegar no final de semana, agradece.”
Ou seja, segundo ele, as mães cabedelenses querem “se livrar dos filhos”, usando as escolas integrais como depósito de crianças — um discurso nojento, irresponsável e que ataca diretamente as mulheres que lutam diariamente para criar seus filhos com dignidade, enquanto precisam trabalhar.
E o mais revoltante: quem faz essa acusação gratuita é um servidor que, em vez de estar na Policlínica prestando o serviço pelo qual recebe salário — R$ 2.174,40, segundo o Portal da Transparência — estaria passando o expediente inteiro debruçado sobre o celular em grupos de conversa!
Além do preconceito, resta a dúvida:
Quem cobre a função de Sérgio Sales enquanto ele estaria passando o expediente no WhatsApp?
Ele estaria fazendo isso por determinação do prefeito André Coutinho ou à sua revelia?
O contribuinte de Cabedelo está pagando para ele atacar mães trabalhadoras?
A Policlínica está ciente de que seu “Analista Técnico de Informática” estaria mais ativo no Zap do que no computador?
Fica o alerta ao Ministério Público e à Prefeitura de Cabedelo:
até quando o povo vai pagar salários para servidores que, além de não trabalharem como deveriam, ainda desrespeitam as mulheres cabedelenses?
Que sejam tomada providências!
Ouça o audio extraído em um grupo de whatsapp:
Prints dos horários que o servidor estaria no whatsapp:

print do dia 14/07/2025 ás 10h35


print do dia 03/07/2025 a partir das 11h13
EM TEMPO:
Ignorando a denuncia e a responsabilidade que o servidor público deve ter em seu serviço, o servidor Sérgio voltou, na manhã de hoje, e possivelmente durante o expediente, a conversar em grupos de whatsapp. Desta vez, para zombar e agredir as pessoas.

print do dia 15/07/2025 a partir das 10h05
Ouça os audios:










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