O retrato do caos educacional em Cabedelo escancara a face da omissão administrativa. Treze escolas seguem presas em pendências no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), impedidas de receber recursos básicos para manutenção, reparos e materiais indispensáveis ao aprendizado. Enquanto alunos enfrentam salas precárias e professores lutam sem suporte, a gestão André Coutinho finge normalidade e tenta disfarçar o colapso com anúncios pontuais.
Fonte: Rede GN
Como pode um município estratégico, com arrecadação crescente e tantas promessas de “avanços”, permitir que treze escolas sejam abandonadas à própria sorte? A incapacidade de resolver questões administrativas mínimas transforma a sala de aula em palco de improviso, onde o aluno paga o preço da incompetência e da indiferença política.
Enquanto isso, a prefeitura prefere posar para fotos entregando ônibus e kits pedagógicos, numa encenação que não resiste ao menor escrutínio. São migalhas para esconder o fato mais gritante: Cabedelo está falhando com sua educação.
E não é por falta de aviso. O desequilíbrio nas contas públicas e os cortes mal explicados em contratos já eram sinais de que a gestão vinha desmoronando. Agora, o resultado está diante da população: escolas impedidas de receber verbas federais e um futuro roubado da juventude.
Cabedelo não precisa de maquiagem política, mas de ação concreta. O que se vê, no entanto, é uma educação sufocada pela omissão, enquanto a gestão segue em silêncio.
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