Cassado em duas instâncias pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba por abuso de poder político e econômico, compra de votos e associação com lideranças de facção criminosa, André Coutinho tenta manter relevância política publicando fotos de lixo nas redes sociais., numa crítica rasa e oportunista à gestão interina de Edvaldo Neto.
A cassação foi confirmada em dezembro de 2025 e resultou na perda do mandato, abrindo caminho para a posse interina do presidente da Câmara Municipal, Edvaldo Neto. A Justiça Eleitoral considerou que o grupo político manteve vínculos com a facção local Tropa do Amigão, braço do Comando Vermelho, por meio de nomeações e apoios eleitorais durante as eleições de 2024.
O contraste é constrangedor. Enquanto André se dedica a registrar sacos de lixo, Neto, com poucos dias à frente da Prefeitura, precisou enfrentar o verdadeiro entulho deixado pela gestão cassada. A farmácia municipal estava desabastecida, faltavam insumos básicos e o hospital corria risco real de interdição pelo Conselho Regional de Medicina. A prioridade foi restabelecer o mínimo funcionamento da saúde pública, algo que claramente não cabia no roteiro da administração anterior do prefeito cassado.
A ironia final é que Cabedelo começa a sair das páginas policiais e do noticiário eleitoral justamente após a queda de André Coutinho. Sem mandato, sem obra estruturante para apresentar e sem legado administrativo defensável, ao ex-prefeito sobrou o lixo. Literalmente nas fotos e simbolicamente na memória política.
Cabedelo contia se reorganizando, André segue fazendo oposição a partir do retrato mais fiel do que deixou para trás… o lixo a qual foi a sua desastrosa administração.











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